Questionamento: E a vida continua?

Há alguns anos atrás eu dirigia o noturno de uma Escola Pública com muitas salas, um grande número de alunos, professores e funcionários, além das atribuições inerentes a meu cargo, eu tinha a incumbência de Participar da comissão de representar a escola e confortar a família dos falecidos.

As vezes em um dia acontecia dois funerais, num desses dias fui na despedida de uma censora mãe de seis filhos, o desespero foi tanto que não queriam deixar fechar o caixão.(infelizmente não nos preparamos para a morte especialmente dos entes queridos, talvez por desconhecermos o processo posterior).

Passei mal, me levaram a um posto de saúde, fui recebida por médico conhecedor do Fenômeno e me deu um conselho que hoje não pude obedecer: “Enterro?… só vá ao seu.”

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