QUESTIONAMENTO – o que precisamos fazer?

Perdemos hoje um vizinho e amigo de muitos anos; um rapaz jovem, simpático, solícito e querido por todos, deu fim a própria vida de uma forma abrupta.

Por que? Ninguém sabe responder. Me sinto cismando: foi coragem em demasia, para interromper um processo que ele era o único responsável em administrar, ou pouca coragem por não ter perspicácia em vencer as dificuldades encontradas no caminho?

As perguntas continuam sem respostas: Se sentiu só? Não teve alguém para dividir a dor? O amor? A tristeza? Perdeu a confiança em si próprio? Estava deprimido? Por que? A fé não foi sustentáculo? Não quis pedir ajuda? Achou que Deus o desamparou? O que houve?

Temos que saber o que está acontecendo ao nosso redor, temos que conhecer as pessoas, sermos mais solidários, mais atenciosos, mais amigos, mais ouvintes, mais humanos, mais gente; pois os suicídios continuam de forma horrenda, estúpida. Em parte temos um pouco de responsabilidade nisso; estamos sendo egoístas? Individualistas? Ou estamos esquecendo que não somos EU e sim NÓS.

 

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